O influenciador Gustavo Gonçalves, mais conhecido nas redes sociais como “GT” ou “Rei dos Batidos”, afirmou ter comprado uma arma de um policial federal por R$ 5 mil. De acordo com o relato, a negociação teria sido realizada em um grupo do WhatsApp, aplicativo de mensagens.

A declaração chama atenção porque coloca, em tese, um agente da Polícia Federal (PF) na condição de vendedor do item. Assim, o caso deixa de ser um problema restrito ao influenciador e ganha contorno institucional, já que envolve a menção a um integrante de uma das principais corporações de segurança pública do país.

Arma guardada em cofre metálico

A arma foi localizada dentro de um cofre metálico durante buscas realizadas na casa de Gonçalves. O item estava guardado no imóvel quando as equipes cumpriram a diligência.

Buscas desse tipo costumam ser determinadas no curso de investigações para localizar e recolher objetos que possam ter relação com os fatos apurados. Na prática, os agentes percorrem o imóvel, examinam ambientes e recipientes e levam tudo o que for considerado relevante — de documentos a itens guardados sob chave, como ocorreu nesta situação.

Compra teria sido acertada no WhatsApp

Segundo o relato atribuído a Gonçalves, a aquisição da arma custou R$ 5 mil e foi combinada em um grupo de WhatsApp. O detalhe do canal usado para a negociação é um dos pontos centrais do relato, já que grupos de mensagens reúnem várias pessoas ao mesmo tempo e permitem trocas rápidas de mensagens e combinados.

As informações disponíveis até o momento não detalham o tipo de arma apreendida, a data da suposta compra nem a identificação do suposto vendedor, além da menção ao vínculo com a PF. Esses pontos permanecem em aberto e dependeriam de apurações específicas para serem esclarecidos.

Quem é Gustavo Gonçalves

Gustavo Gonçalves é conhecido no ambiente digital pelas identificações “GT” e “Rei dos Batidos”, nomes pelos quais ele circula nas redes sociais. Foi nessa condição de figura pública da internet que o influenciador passou a aparecer em notícias, com a apreensão da arma em sua residência e o relato sobre a suposta compra.

Em síntese, dois pontos resumem o que se sabe até agora: a afirmação de Gonçalves de que comprou a arma de um policial federal por R$ 5 mil em um grupo do WhatsApp e o achado do item dentro de um cofre metálico durante buscas na casa dele. Eventuais desdobramentos dependerão do avanço das apurações sobre a origem da arma e das responsabilidades de cada envolvido.