O segundo turno da eleição presidencial está marcado para o dia 25 de outubro e coloca frente a frente Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). Antes da decisão, um dos principais desdobramentos da disputa é a posição dos dez candidatos eliminados no primeiro turno: a maioria já anunciou em quem vota na etapa final.

Dos dez presidenciáveis que ficaram de fora da etapa decisiva, nove já tornaram públicas suas decisões. O único que segue sem anunciar posicionamento é Wilson Grassi, candidato pelo Democrata.

No acumulado das declarações, o candidato do PL aparece na frente em número de apoios: são quatro respaldos anunciados, contra três recebidos por Lula. Os demais se dividem entre uma orientação de voto nulo, uma liberação dos eleitores e uma posição ainda pendente.

Apoios a Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL) conta, até o momento, com o respaldo declarado de quatro ex-adversários da corrida presidencial:

Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Romeu Zema (NOVO) e Ronaldo Caiado (PSD) anunciaram voto no candidato do PL para a etapa decisiva do dia 25 de outubro.

Apoios a Lula

Lula (PT), por sua vez, recebeu o aval de três nomes que também disputaram a Presidência e foram eliminados no primeiro turno:

Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP) declararam apoio ao petista rumo ao segundo turno.

Demais posicionamentos

Entre os outros derrotados, as decisões seguiram rumos diferentes. Rui Costa Pimenta, do PCO, orientou o voto nulo no segundo turno — ou seja, recomendou que seus eleitores não escolham nenhum dos dois finalistas.

Já Renan Santos, candidato pela legenda Missão, preferiu liberar seus apoiadores: cada eleitor poderá decidir, por conta própria, em quem votar na disputa final.

Por fim, Wilson Grassi (Democrata) permanece sem posição divulgada e é o único dos dez eliminados que ainda não revelou sua preferência. Enquanto a declaração não sai, o quadro do segundo turno segue com nove posicionamentos definidos: quatro apoios a Flávio Bolsonaro, três a Lula, uma orientação de voto nulo e uma liberação de voto.

A definição de Grassi é a última peça que falta para completar o mapa de posicionamentos dos ex-candidatos à Presidência da República nesta eleição.