Os eleitores foram às urnas neste domingo (4) para escolher os governadores dos estados, entre outros cargos em disputa. Com 99,99% das urnas apuradas até as 23h, o Republicanos despontou como a sigla que governará a maior parcela da população brasileira, levando em conta o número de habitantes de cada unidade federativa.
A legenda elegerá governadores em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso e, com isso, passará a administrar territórios que somam 71.589.649 habitantes — o equivalente a 33,4% dos brasileiros, ou seja, cerca de um terço da população do país. No estado mais populoso da Federação, o partido celebra a reeleição de Tarcísio de Freitas no comando do governo paulista.
Na sequência do ranking aparecem o Partido Liberal (PL), com 15,9% da população em estados sob comando da sigla, e o Partido dos Trabalhadores (PT), com 12,9%. O resultado das eleições estaduais define quais partidos ficarão à frente dos executivos estaduais nos próximos anos.
Os números têm como referência as estimativas populacionais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em agosto deste ano, com contagem referente a 1º de julho.
Ranking de partidos por população governada
Republicanos: São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, com 71.589.649 pessoas, ou 33,4% da população.
PL: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia e Roraima, com 34.016.882 pessoas, ou 15,9% da população.
PT: Bahia, Ceará e Piauí, com 27.584.300 pessoas, ou 12,9% da população.
PSD: Pernambuco, Maranhão, Sergipe e Amapá, com 19.724.941 pessoas, ou 9,2% da população.
Podemos: Pará, com 8.756.324 pessoas, ou 4,1% da população.
MDB: Goiás, com 7.495.033 pessoas, ou 3,5% da população.
PP: Paraíba e Mato Grosso do Sul, com 7.129.145 pessoas, ou 3,3% da população.
PSDB: Alagoas, com 3.221.128 pessoas, ou 1,5% da população.
Segundo turno: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins, com 34.694.549 pessoas, ou 16,2% da população. Nessas unidades federativas, os governadores eleitos serão conhecidos apenas na próxima etapa da disputa.
Enquanto o segundo turno não é concluído, sete unidades da Federação seguem sem governador definido, o que deixa parte expressiva da população fora do somatório dos partidos já definidos no ranking.
