Polícia Civil ouvirá Zema e mesários envolvidos em caso de celular na votação
A Polícia Civil deve ouvir o ex-governador Zema, além dos mesários que estavam presentes na seção eleitoral, em investigação que apura o uso de celular durante o processo de votação.
O procedimento inclui a escuta de todos os que estavam no local no momento dos fatos, uma vez que a utilização de aparelhos celulares é expressamente proibida dentro das seções eleitorais durante o pleito.
Por que o uso de celular é proibido?
A vedação ao uso de celulares nas seções eleitorais é uma regra estabelecida para garantir a lisura e o sigilo do voto. O aparelho pode ser utilizado para registrar fotos ou vídeos do interior da cabine de votação, o que compromete o sigilo do eleitor e pode configurar infração às normas eleitorais.
Por isso, mesários são orientados a fiscalizar o cumprimento dessa determinação e a impedir que eleitores e presentes utilizem telefones celulares na área destinada à votação.
Ouvintes do caso
Com a convocação dos depoimentos, a Polícia Civil busca esclarecer as circunstâncias do episódio. Além do ex-governador Zema, os mesários que atuavam na seção eleitoral no momento serão chamados a prestar esclarecimentos, justamente por serem os responsáveis pela condução dos trabalhos e pela observância das regras no local.
O depoimento dos mesários pode ser relevante para que as autoridades compreendam o que ocorreu na seção, quem estava presente e como a situação foi conduzida pela equipe responsável pela mesa receptora de votos.
Próximos passos
As audiências devem contribuir para o avanço das apurações. A partir dos depoimentos, a Polícia Civil poderá avaliar se houve infração às normas eleitorais e quais medidas devem ser adotadas em seguida.
O caso segue em apuração, e novos desdobramentos podem surgir conforme o andamento dos trabalhos investigativos e a análise das informações prestadas pelos ouvidos.