Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República entre os eleitores do Distrito Federal, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) e encomendada pela Globo. O candidato aparece com 38% das intenções de voto no levantamento estimulado, em que os entrevistados recebem dos pesquisadores a lista com os nomes dos concorrentes.
Flávio Bolsonaro soma 38%, alta de 5 pontos em relação à rodada anterior, quando registrava 33%. Lula (PT) vem em seguida, com 32% — mesmo índice da medição anterior.
Ronaldo Caiado (PSD) aparece na sequência, com 8%, percentual que se mantém estável. Augusto Cury (Avante) marca 5%, queda em relação aos 7% anteriores. Renan Santos (Missão) tem 3%, índice repetido. Romeu Zema (Novo) registra 0%, ante 1% na rodada anterior.
Os demais nomes — Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Leonardo Avalanche (PRTB), Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) — não alcançaram 1% das intenções de voto. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 6% (eram 8%), enquanto os indecisos representam 8%, mesma taxa da rodada anterior.
Voto definido
Para 86% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva. Outros 14% afirmam que ainda podem mudar o voto até as eleições, marcadas para 4 de outubro.
O levantamento ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob os números DF-02515/2026 e BR-00531/2026.
Segundo turno
Em um eventual confronto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o terceiro cenário simulado pela Quaest no Distrito Federal aponta vantagem para o candidato do PL: 48% contra 37% do petista. Na medição anterior, os índices eram 49% e 38%, respectivamente. Brancos, nulos e quem não vai votar somam 12% (eram 11%), e os indecisos, 3% (eram 1%).
Principal ‘medo’ dos eleitores
A Quaest também consultou os eleitores do DF sobre o principal ‘medo’ em relação ao resultado das urnas. Mais um mandato de Lula preocupa 49% dos ouvidos (eram 46%). A volta da família Bolsonaro ao poder assusta 37% (eram 39%).
De forma espontânea, 7% disseram temer os dois cenários (eram 8%), e 3% afirmaram não ter medo de nenhum dos dois (mesmo percentual da rodada anterior). Outros 4% não souberam ou não quiseram responder, taxa que se mantém.
