O tenente da Polícia Militar Pimentel, integrante da Rota e alvo de um ataque atribuído ao Primeiro Comando da Capital (PCC), segue internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave. O policial foi baleado na nuca e enfrenta um quadro clínico delicado, marcado por complicações que exigiram intervenções médicas sucessivas.

Coração parou e policial passou por três cirurgias

Segundo informações do prontuário médico ao qual uma coluna de notícias teve acesso, o quadro do tenente se agravou ao longo do tratamento. Em determinado momento, o coração do policial militar chegou a parar, o que motivou manobras de reanimação por parte da equipe médica responsável pelo atendimento.

Além da parada cardíaca, o policial já passou por três cirurgias desde que deu entrada no hospital. As intervenções fazem parte do esforço da equipe médica para estabilizar o paciente e tentar minimizar os efeitos do ferimento na região da nuca, área considerada de extrema sensibilidade por abrigar estruturas vitais do sistema nervoso e da coluna cervical.

Prontuário revela os bastidores da luta pela vida do policial

Os documentos médicos obtidos pela coluna detalham os bastidores da luta para manter o tenente com vida. O acompanhamento do caso mostra a gravidade do quadro desde o momento do atendimento inicial e a sucessão de procedimentos adotados pelos médicos ao longo dos dias de internação.

O ataque ao policial é atribuído ao PCC, facção criminosa que atua em São Paulo e em outros estados. A hipótese de que o tenente da Rota tenha sido alvo da organização criminosa reforça o caráter de execução apontado nas investigações sobre o caso.

Ataque atribuído ao PCC chama atenção

O caso mobiliza a corporação e acompanha com atenção a evolução do estado de saúde do militar. A internação em UTI indica a necessidade de monitoramento constante e de suporte avançado de vida, dado o risco envolvido em lesões dessa natureza.

Enquanto a equipe médica segue com o tratamento, as investigações sobre o ataque prosseguem para esclarecer as circunstâncias do crime e a ligação do episódio com o PCC. A evolução clínica do tenente Pimentel permanece acompanhada de perto, e o quadro segue sendo descrito como grave.

A Rota, unidade de elite da Polícia Militar de São Paulo, é conhecida pelo patrulhamento ostensivo em vias e regiões estratégicas do estado. O ataque a um de seus oficiais em circunstâncias atribuídas a uma facção criminosa reacende o debate sobre a segurança dos policiais militares fora e dentro do serviço.