Uma pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) apontou que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) registra 52% de rejeição entre os eleitores, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47%.

Detalhes do levantamento

O estudo foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A rejeição é um indicador tradicionalmente acompanhado em pesquisas eleitorais, pois mede o percentual de entrevistados que afirmam não votar em um determinado candidato em nenhuma hipótese. Números elevados nesse quesito costumam ser interpretados por analistas como um obstáculo potencial em disputas eleitorais futuras.

Rejeição em foco

Segundo os dados divulgados, Flávio Bolsonaro aparece com o maior índice de rejeição entre os dois nomes avaliados: 52% dos respondentes disseram que não votariam no senador. Lula, por sua vez, registrou 47% de rejeição.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos, os resultados dos dois políticos ficam próximos no indicador, ainda que o índice do senador seja numericamente superior ao do presidente.

Contexto

Pesquisas de rejeição costumam ser divulgadas ao longo do ciclo eleitoral e servem de referência para partidos e candidatos na avaliação de cenários para as próximas disputas. A Quaest é um dos institutos que periodicamente publica levantamentos sobre avaliação de governos, intenção de voto e rejeição de lideranças políticas no país.

O levantamento desta quarta-feira (21) foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo, veículos que costumam encomendar pesquisas sobre o clima político nacional. Os dados completos do estudo, incluindo os recortes por segmentos da população, acompanham a divulgação dos índices de rejeição dos dois nomes.

Não foram informados, no material divulgado, outros índices referentes aos dois políticos, como avaliação de desempenho ou intenção de voto. O destaque do levantamento ficou para o percentual de eleitores que descartam a possibilidade de voto em Flávio Bolsonaro e em Lula.