O embaixador Orlando Ribeiro reconheceu que prestou assistência a Lulinha, mas negou que essa ajuda tenha envolvido o uso de carro oficial. De acordo com ele, o apoio foi prestado em escolas, e não por meio de veículos vinculados ao cargo que ocupava.

A declaração separa dois pontos distintos: o apoio pessoal prestado a um particular e a eventual utilização de estrutura pública para esse atendimento. No caso, Ribeiro admite o primeiro e nega o segundo, sustentando que as duas situações não se confundem em nenhum momento.

Ajuda prestada em escolas

Segundo o embaixador, a assistência a Lulinha ocorreu em escolas. Esse é o quadro apresentado por ele para explicar o tipo de apoio dado: um atendimento realizado no ambiente escolar, sem relação com deslocamentos ou serviços prestados por meio de carro oficial.

Negação sobre o veículo oficial

Sobre o carro oficial, a posição do embaixador é de negativa: segundo ele, o veículo não foi utilizado para prestar a assistência a Lulinha. Esse é o ponto central das declarações, pois é nele que Ribeiro demarca a linha entre o apoio pessoal que reconhece ter dado e a estrutura ligada ao cargo que ocupava.

O motorista e o período no posto

O outro ponto esclarecido por Ribeiro envolve o motorista. De acordo com o embaixador, o profissional só passou a trabalhar para a família depois que ele deixou o posto. Com isso, a versão apresentada é a de que, enquanto ele exercia a função, não houve atendimento à família por parte do motorista.

Ao estabelecer essa divisão entre o período no posto e o momento posterior à saída, o embaixador delimita quando o contato entre o profissional e a família teria começado. Para ele, essa sequência afasta a possibilidade de o serviço ter sido prestado com base na função que ocupava.

Síntese da versão apresentada

No conjunto das declarações, Ribeiro mantém uma linha única: reconhece a ajuda a Lulinha, afirma que o apoio ocorreu em escolas, nega o uso de carro oficial e sustenta que o motorista só atendeu à família após o fim do seu período no posto. A combinação desses pontos forma a versão apresentada pelo embaixador para explicar o episódio e esclarecer a fronteira entre a função pública e o apoio pessoal a um particular.