A nova pesquisa Quaest para o Senado em Pernambuco, divulgada nesta terça-feira (29) e encomendada pela Globo, coloca Marília Arraes (PDT) na frente da disputa, com 19% das intenções de voto somadas às duas vagas em jogo nas eleições de 2026. Na sequência aparece Humberto Costa (PT), com 17%. O levantamento anterior do instituto havia sido publicado em 23 de setembro.
Em 2026, serão renovadas 54 das 81 cadeiras do Senado, com dois senadores eleitos em cada estado e no Distrito Federal. Por isso, cada eleitor deverá escolher dois nomes diferentes — não é permitido votar duas vezes no mesmo candidato.
Números gerais
Na pesquisa estimulada, quando os candidatos são apresentados, os resultados somam as menções à primeira e à segunda vaga em um total de 100%, mantendo a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos: Marília Arraes (PDT): 19% (eram 18%); Humberto Costa (PT): 17% (eram 14%); Mendonça Filho (PL): 10% (estável); Eduardo da Fonte (PP): 7% (eram 8%); Túlio Gadêlha (PSD): 3% (eram 4%); Carlos Sant’anna (Novo): 1% (estável); Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1% (estável); Samuel Timoteo (UP): 0% (eram 1%); Gorett Bitu (UP): 0% (estável); Mailson Neto (PCO): 0% (estável); Mariano Macedo (PSTU): 0% (estável); Paulo Rubem Santiago (Rede): 0% (eram 1%).
Os indecisos somam 23% (eram 21%), enquanto brancos, nulos e quem não pretende votar chegam a 19% (eram 21%).
Disputa por vaga
Considerando apenas a primeira vaga: Marília Arraes, 22% (eram 23%); Humberto Costa, 20% (eram 15%); Mendonça Filho, 14% (estável); Eduardo da Fonte, 7% (eram 8%); Túlio Gadêlha, 3% (eram 4%); os demais candidatos registraram 0%. Indecisos: 19% (eram 17%); branco/nulo: 15% (eram 17%).
Na segunda vaga: Marília Arraes, 16% (eram 13%); Humberto Costa, 15% (eram 12%); Eduardo da Fonte, 8% (eram 9%); Mendonça Filho, 6% (eram 7%); Túlio Gadêlha, 3% (eram 4%); Carlos Sant’anna e Pastor Gilvan Costa, 1% cada (estáveis); os demais com 0%. Indecisos: 27% (eram 24%); branco/nulo: 23% (eram 26%).
Pesquisa espontânea
Quando os nomes não são mostrados, 68% dos entrevistados não souberam citar candidato (eram 73%). Humberto Costa aparece com 8% (eram 6%), Marília Arraes com 7% (eram 6%), Mendonça Filho com 4% (eram 5%), Eduardo da Fonte com 3% (estável), Túlio Gadêlha e Carlos Sant’Anna com 1% cada, e os demais com 0%. Outros nomes somam 1% (eram 0%), e branco/nulo chega a 7% (eram 6%).
Rejeição
A Quaest também perguntou se o eleitor conhece e votaria, não conhece, ou conhece e não votaria em cada candidato. Os maiores índices de rejeição são de Marília Arraes, com 36% (eram 35%), e Mendonça Filho, com 35% (estável). Humberto Costa registra 29% (eram 35%), Eduardo da Fonte 31% (eram 27%) e Túlio Gadêlha 28% (eram 26%).
Entre os demais: Pastor Gilvan Costa, 18%; Paulo Rubem Santiago, 12%; Carlos Sant’Anna, 10%; Mailson da Silva Neto e Samuel Timoteo, 9% cada; Mariano Macedo, 8%; Gorett Bitu, 5%.
Metodologia
Contratada pela Globo, a Quaest ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.
A mesma rodada trouxe outros indicadores para Pernambuco: no governo, João Campos e Raquel Lyra empatam com 42%; a gestão de Raquel Lyra tem 59% de aprovação e 33% de reprovação; e, para a Presidência, Lula lidera com 58%, seguido por Flávio, com 20%, Cury, com 3%, Renan, com 2%, e Caiado, com 1%.
