Thomas Markle, pai de Meghan Markle, duquesa de Sussex, seria alvo de investigação relacionada a pornografia infantil, conforme informações divulgadas por um site especializado em notícias sobre celebridades.

De acordo com a publicação, o pai da duquesa, que tem 82 anos, estaria em posse de centenas de conteúdos ilícitos envolvendo menores. A informação ainda não foi confirmada oficialmente por autoridades ou por representantes da família.

Quem é Thomas Markle

Thomas Markle é um ex-diretor de fotografia de televisão que ganhou notoriedade mundial a partir do noivado da filha com o príncipe Harry, em 2017. O relacionamento entre os dois é marcado por afastamento desde antes do casamento da duquesa, realizado em maio de 2018, cerimônia da qual ele não participou.

Nos anos seguintes, Thomas Markle deu diversas entrevistas à imprensa falando sobre a filha e sobre a família real britânica, o que alimentou uma série de polêmicas envolvendo os Sussex.

Caso segue sem confirmação oficial

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a apuração mencionada pelo site. Cabe destacar que investigações desse tipo, quando existem, costumam ser conduzidas de forma sigilosa, e nomes de investigados só são divulgados publicamente em situações específicas, conforme as regras do sistema judiciário de cada país.

O portal Último Post acompanha o desdobramento do caso e trará atualizações assim que novas informações oficiais forem disponibilizadas.

Repercussão

A divulgação da notícia causou grande repercussão nas redes sociais e entre veículos internacionais que acompanham a vida dos membros da família real britânica. Meghan Markle, que vive nos Estados Unidos com o marido e os filhos, ainda não se manifestou sobre o assunto.

É importante ressaltar que a informação partiu de um único veículo e segue em fase de apuração. A posse de conteúdo ilícito envolvendo menores é considerada crime grave em praticamente todas as legislações do mundo, incluindo as do Reino Unido e dos Estados Unidos, países onde a família de Thomas Markle tem vínculos.

Enquanto não houver posicionamento oficial das autoridades competentes ou dos envolvidos, as informações divulgadas devem ser tratadas como alegações não confirmadas.