Leila do Vôlei, Vanderlei Luxemburgo e Dinei da Fiel entraram na disputa das eleições de 2026 com o objetivo de conquistar uma cadeira no Senado ou na Câmara dos Deputados. Os três, no entanto, integram o grupo de candidatos que não alcançaram os votos necessários para assumir um mandato.
Nem todos os esportistas que disputaram as urnas saíram completamente da briga. Atletas como Luis Fabiano, Felipe Franco e Marcelinho Carioca não foram eleitos, mas garantiram a condição de suplentes. Nessa situação, eles ficam na lista de espera do partido ou da federação e podem assumir o mandato caso um titular deixe o cargo, seja afastado ou passe a exercer outra função.
A votação de 2026 registrou recorde de eleitores no país.
Não eleitos
Leila do Vôlei — A medalhista olímpica tentava a reeleição ao Senado pelo PDT. Ela obteve 686.340 votos, o equivalente a 21,25% dos sufrágios, mas as duas vagas em disputa foram para Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL.
Dinei da Fiel — Ídolo do Corinthians, o ex-futebolista disputou uma cadeira de deputado estadual em São Paulo pelo Avante. Foram 3.315 votos, número insuficiente para a eleição.
Vanderlei Luxemburgo — O ex-técnico da Seleção Brasileira concorreu ao Senado pelo Podemos, em Tocantins. Ele somou 67.987 votos, o que representa 4,11% do total, e não conseguiu se eleger.
Ficaram como suplentes
Marcos Braz — Ex-dirigente do Flamengo e ex-vereador do Rio de Janeiro, ele assumiu o mandato de deputado federal pelo PSDB em maio de 2026. Na disputa por uma nova vaga na Câmara, recebeu 18.305 votos e ficou na lista de suplentes.
Sarah Menezes — A campeã olímpica do judô concorria a uma vaga de deputada federal pelo MDB no Piauí. Com 10.516 votos, terminou como suplente.
Edmundo — Ídolo do Vasco, com passagens por Palmeiras e Seleção Brasileira, o ex-atacante disputou o cargo de deputado federal no Rio de Janeiro pelo PSDB. Foram 35.725 votos (0,40% do total), insuficientes para a eleição, e ele ficou como suplente.
Luis Fabiano — O ex-atacante disputou uma vaga de deputado federal em São Paulo pelo MDB e recebeu 3.57 votos, ficando apenas como suplente.
Sérgio — Campeão da Libertadores de 1999 pelo Palmeiras, o ex-goleiro concorreu a deputado estadual em São Paulo pelo Solidariedade. Com 3.640 votos, ficou na suplência.
Felipe Franco — O fisiculturista disputou uma vaga de deputado estadual em São Paulo pelo União Brasil. Com 22.296 votos, não foi eleito e ficou como suplente.
Altobeli Silva — O corredor concorreu ao cargo de deputado estadual em São Paulo pelo União Brasil e obteve apenas 421 votos, terminando como suplente.
Marcelinho Carioca — Ídolo do Corinthians, ele disputou uma vaga de deputado estadual pelo Republicanos. Com 2.494 votos, encerrou a disputa como suplente.
Washington Coração Valente — O ex-atacante concorreu a deputado estadual pelo MDB. Foram 7.503 votos, número que o deixou na suplência.
Flávio Caça-Rato — O ex-atacante disputou uma vaga de deputado federal em Pernambuco pelo MDB. Com 5.062 votos, terminou apenas como suplente.
Éverton Felipe — Ex-jogador de Sport, São Paulo e Internacional, ele disputou uma vaga de deputado federal por Pernambuco e recebeu 1.953 votos, ficando como suplente.
Cleo Hickmann — O ex-jogador, com passagens por Palmeiras, Flamengo e Sport, concorreu a deputado federal no Rio Grande do Sul pelo PDT. Foram 412 votos, e ele ficou apenas como suplente.
Maurício do Vôlei — Campeão olímpico com a Seleção Brasileira em 2016, ele disputou uma vaga de deputado federal em Minas Gerais pelo PL. Com 16.122 votos, terminou a eleição como suplente.
