Pesquisa do instituto Quaest aponta um quadro de lideranças divididas nos cenários eleitorais avaliados. Segundo o levantamento, Flávio aparece na frente no Rio de Janeiro e em São Paulo, enquanto Lula vai à frente em Pernambuco. Em Minas Gerais e no Distrito Federal, os números registram empate técnico, no limite da margem de erro.

Vantagem de Flávio no Rio e em São Paulo

Os dados da Quaest colocam Flávio na liderança nos dois estados. Rio de Janeiro e São Paulo figuram entre os colégios eleitorais mais expressivos do Brasil, o que confere peso político à posição registrada pelo levantamento. A liderança simultânea nas duas unidades da federação aparece como um dos principais destaques do trabalho.

Lula à frente em Pernambuco

Em Pernambuco, o quadro é diferente: Lula aparece na frente da disputa. O estado tem ligação direta com a biografia do petista, que nasceu em Caetés, no agreste pernambucano. Pernambuco é, ainda, um dos maiores colégios eleitorais do Nordeste.

Empate técnico em Minas e no DF

Em Minas Gerais e no Distrito Federal, o levantamento aponta empate técnico entre os candidatos, com os números no limite da margem de erro. Na prática, isso significa que a diferença entre os nomes testados não é suficiente para declarar, com segurança, quem está de fato na liderança. Em situações desse tipo, pequenas oscilações amostrais podem alterar a ordem dos postulantes, e o resultado tende a ser tratado como indefinição estatística.

Panorama de disputas acirradas

O conjunto dos resultados desenha um panorama de competição acirrada nas unidades avaliadas, com lideranças que se alternam conforme o recorte geográfico. Se, por um lado, Flávio lidera no Rio de Janeiro e em São Paulo, por outro, Lula fica à frente em Pernambuco — e, em Minas Gerais e no Distrito Federal, prevalece o equilíbrio dentro do intervalo de confiança da pesquisa.

Pesquisas eleitorais funcionam como fotografias de um momento específico e estão sujeitas a variações ao longo do tempo. Neste levantamento da Quaest, os destaques ficam com a força de Flávio no Rio de Janeiro e em São Paulo, a vantagem de Lula em Pernambuco e a indefinição estatística em Minas Gerais e no Distrito Federal, onde o empate técnico aparece no limite da margem de erro.