O brasileiro Vini Jr. assumiu a 5ª colocação entre os jogadores de futebol mais bem remunerados do planeta, de acordo com levantamento divulgado pela revista norte-americana Forbes. Na lista do ano passado, o atleta aparecia em 6º lugar.
Ganhos do atacante
Segundo a publicação, divulgada no sábado (17.out.2026), o atacante do Real Madrid deve embolsar US$ 76 milhões na temporada 2026/27. Desse total, US$ 48 milhões correspondem a remuneração dentro de campo — salário e bônus pagos pelo clube espanhol —, enquanto US$ 28 milhões vêm de fontes fora das quatro linhas, como patrocínios e parcerias comerciais.
Vini Jr. é o único representante brasileiro entre os dez nomes do ranking.
Ranking geral
O estudo aponta que os dez futebolistas mais bem pagos do mundo somarão US$ 942 milhões na temporada 2026/27. O montante representa uma leve retração de 0,3% em relação aos US$ 945 milhões registrados no ciclo 2025/26.
A liderança segue nas mãos do português Cristiano Ronaldo, do Al-Nassr, com US$ 300 milhões. O argentino Lionel Messi, do Inter Miami, aparece em sequência, com US$ 145 milhões. O pódio é completado pelo francês Kylian Mbappé, também do Real Madrid, com US$ 100 milhões.
Confira a lista completa:
1. Cristiano Ronaldo (POR), Al-Nassr – US$ 300 milhões;
2. Lionel Messi (ARG), Inter Miami – US$ 145 milhões;
3. Kylian Mbappé (FRA), Real Madrid – US$ 100 milhões;
4. Erling Haaland (NOR), Manchester City – US$ 85 milhões;
5. Vini Jr. (BRA), Real Madrid – US$ 76 milhões;
6. Lamine Yamal (ESP), Barcelona – US$ 55 milhões;
7. Sadio Mané (SEN), Al-Nassr – US$ 54 milhões;
8. Jude Bellingham (ING), Real Madrid – US$ 45 milhões;
9. Harry Kane (ING), Bayern de Munique – US$ 42 milhões;
10. Mohamed Salah (EGI), Trabzonspor – US$ 40 milhões.
Como os valores são calculados
Os números apresentados pela Forbes são brutos, ou seja, não consideram descontos de impostos nem taxas de empresários. O cálculo abrange um período de 12 meses, correspondente à temporada anual, e reúne salários e bônus em campo com receitas extracampo, incluindo patrocínios, licenciamentos e negócios próprios dos atletas.
De acordo com a revista, Messi e Ronaldo já reuniram patrimônio suficiente para figurar entre os bilionários.
