A Rede Brasil Memória, Verdade e Justiça divulgou, na reta final das eleições, um manifesto no qual declara apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva e faz um alerta sobre o risco de retrocesso democrático no país em caso de vitória de Flávio Bolsonaro.

Manifesto na reta final da campanha

O documento foi publicado nos últimos dias da campanha eleitoral, período em que entidades e movimentos da sociedade civil costumam tornar públicas suas posições sobre os rumos do país. No texto, a organização posiciona-se de forma clara na disputa, defendendo a candidatura de Lula e manifestando preocupação com o cenário que se abriria com a eleição do adversário.

Combate ao autoritarismo

Em seu manifesto, a rede coloca o combate ao autoritarismo como uma de suas bandeiras centrais. A entidade argumenta que a defesa da democracia passa pela resistência a práticas e discursos autoritários, que considera ameaças ao regime vigente e às conquistas construídas ao longo das últimas décadas.

O alerta contra o autoritarismo aparece no documento como motivação direta do apoio declarado a Lula, candidatura que a organização enxerga como alinhada à defesa do Estado democrático de direito.

Preservação das instituições

Outro ponto central do manifesto é a preservação das instituições democráticas. Segundo a entidade, manter o funcionamento pleno das instituições é condição essencial para a consolidação da democracia no Brasil, e essa preservação figura entre as razões apresentadas para o posicionamento publicado na reta final da disputa.

Alerta de retrocesso democrático

A organização também chama a atenção para o que classifica como risco de retrocesso democrático associado à candidatura de Flávio Bolsonaro. O manifesto aponta que a eventual eleição do senador representaria um movimento contrário aos princípios democráticos defendidos pela rede.

A Rede Brasil Memória, Verdade e Justiça é uma articulação que atua em torno das pautas de memória, verdade e justiça no Brasil. Com o manifesto, a entidade soma-se às vozes que, no encerramento da campanha, assumiram posições públicas na disputa eleitoral, colocando a defesa da democracia e das instituições como eixo central do seu pronunciamento.