Encontro no Supremo
O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), participou de um evento realizado na corte com foco na inclusão social por meio do jiu-jítsu. Durante o encontro, o magistrado fez demonstrações de movimentos da modalidade ao lado de crianças e adolescentes atendidos por projetos sociais desenvolvidos por policiais judiciais do próprio tribunal.
A atividade levou ao Supremo jovens acompanhados pelos projetos mantidos pelos policiais judiciais da corte. Os participantes puderam ver de perto técnicas da luta apresentadas pelo ministro, que conduziu as demonstrações durante o encontro.
Praticante veterano
Aos 73 anos, Fux dedica-se ao jiu-jítsu há mais de quatro décadas. A experiência acumulada se reflete na graduação: o ministro detém a faixa vermelha e branca, também conhecida como faixa coral de oitavo grau, penúltimo nível da hierarquia da modalidade no Brasil.
A titulação figura entre as mais altas do jiu-jítsu brasileiro e fica logo abaixo da faixa vermelha, grau máximo da escala. Graduações desse tipo são reservadas a praticantes com longa trajetória na luta.
Fux integra a Corte Suprema desde 2011 e é um dos onze ministros do tribunal.
Inclusão pelo esporte
O secretário de Polícia Judicial do STF, Marcelo Schettini, também participou do encontro. Schettini é faixa preta de jiu-jítsu.
O encontro destacou o potencial do esporte como ferramenta de inclusão. Os projetos sociais mantidos por policiais judiciais do STF atendem crianças e adolescentes, e a presença do ministro aproximou os jovens da prática da arte marcial.
Durante a atividade, Fux demonstrou movimentos característicos da luta e interagiu com os participantes. As demonstrações ocorreram na sede do tribunal, em Brasília.
O jiu-jítsu, arte marcial de origem japonesa que se desenvolveu e se popularizou no Brasil, é praticado hoje por pessoas de diferentes idades e aparece com frequência em projetos sociais voltados à inclusão pelo esporte em diversas regiões do país.
