As declarações que marcaram a semana

Kylie Jenner chamou a atenção ao desfilar com o Fantasy Bra, sutiã avaliado em 50 milhões de dólares e cravejado de diamantes, em evento da Victoria’s Secret. “Como alguém poderia dizer não?”, declarou a empresária e influenciadora.

No campo esportivo, o ex-jogador Tostão, companheiro de ataque de Pelé na seleção brasileira de 1970, refletiu sobre a personalidade do Rei do Futebol em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo. Para ele, Pelé “estava sempre bem-humorado” e demonstrava felicidade por ser quem era. “Parece óbvio, mas não é. As celebridades costumam ter comportamentos conflitantes, pela falta de acordo entre o indivíduo e o personagem”, avaliou.

Futebol em crise no Grêmio

Ainda no esporte, o treinador do Grêmio, Renato Portaluppi, desabafou após a derrota por 4 a 2 para o Cruzeiro, em Porto Alegre. O comandante questionou a montagem do elenco: “Vem alguém, lero-lero no ouvido, ‘ah, traz’. Começam a trazer, estão aí, um monte de jogadores. Ninguém nunca tinha ouvido falar. É assim que se faz um grupo?”. O time gaúcho luta para evitar o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro.

Cultura e música

Do campo das ideias, o filósofo britânico Simon May trouxe uma reflexão sobre as escolhas humanas: “Nada sabota mais nossa vontade do que o medo”.

Na música, o pianista islandês Víkingur Ólafsson, um dos mais respeitados do mundo, comparou a execução do compositor alemão a um desafio físico. “Tocar Bach é como fazer ginástica artística nu”, afirmou. Ele se apresentou em São Paulo acompanhado da Orquestra Filarmônica de Berlim.

Já Jorge Ben Jor se emocionou diante de 50 mil pessoas em show realizado na capital paulista no último dia 17. “Eu gosto tanto de vocês!”, declarou o cantor, às lágrimas.

Personalidades e confissões

O estilista Ronaldo Fraga, que acaba de completar 60 anos, comemorou a data com declaração sobre sua vitalidade. “Vou ficar cada vez mais abusado. Mais do que nunca, a minha pulsão de vida se dá pela libido e pela coragem”, afirmou.

Miley Cyrus prestou homenagem à madrinha, Dolly Parton, que morreu em 25 de agosto. “Eu e a Dolly, nós somos eternas. Nada nesta vida poderia nos separar”, disse a cantora.

Flor Gil, ao explicar por que rejeita rótulos sobre sua sexualidade, refletiu: “Eu não sou nada, eu estou. Eu estou sempre, constantemente, sendo”.

Por fim, a atriz Paolla Oliveira revelou os motivos que a levaram a aceitar o posto de rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense para o Carnaval de 2027. “Pensava na saudade que eu estava da avenida, o quanto me fazia bem isso. Mas não pensava em voltar”, contou a atriz.