O Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou o esquema de segurança de sua sede às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Quem circula pelos corredores da Corte e pelo acesso principal do edifício já se depara com policiais fortemente armados, munidos de armas longas.
Policiamento armado marca o acesso à Corte
A presença de agentes com armas longas é um dos aspectos mais perceptíveis do novo arranjo de segurança. Os policiais posicionados nos corredores e no acesso principal do prédio passam a integrar o cotidiano da Corte em um momento de reforço na proteção dos prédios públicos da capital federal.
Vigilância no entorno e monitoramento por câmeras
O reforço não se limita ao interior da sede. No entorno do tribunal, viaturas permanecem posicionadas em pontos estratégicos, ampliando a presença policial nas imediações. O sistema de câmeras, por sua vez, atua no monitoramento das redondezas, com tecnologia voltada à identificação de movimentações consideradas suspeitas próximas à Corte.
Grades na Praça dos Três Poderes
Na Praça dos Três Poderes, as grades de proteção seguem instaladas. As barreiras continuam utilizadas para restringir a circulação de manifestantes e impedir a entrada não autorizada nas sedes dos Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário —, que se concentram no centro de Brasília. O dispositivo físico mantém o controle de acesso à área nos dias que antecedem o pleito.
Reforço ocorre na reta final da disputa
O aumento do policiamento acontece na reta final da disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro. O segundo turno definirá o próximo ocupante do Palácio do Planalto, e as precauções se inserem em meio à preocupação com a segurança dos prédios públicos em Brasília durante o período eleitoral.
Somadas, as ações — policiamento armado nos corredores, viaturas no entorno, monitoramento eletrônico e manutenção das grades — compõem o dispositivo de segurança em vigor na sede do STF às vésperas da definição do próximo presidente da República.